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Projeto arquitetônico
Definidos os objetivos, a época, o local, o nome, a proposta, a abrangência, os
dias e os horários da feira, o passo seguinte é providenciar um projeto integral,
que nada mais é do que a planta do perímetro da feira e o layout (planta baixa)
do local onde será realizado o evento.
De posse desses dois elementos, prepara-se o projeto arquitetônico da área de
exposição a ser comercializada. O projeto arquitetônico determina as áreas

individuais (espaço para estandes), os corredores para o tráfego de pessoas, as áreas
comuns, as áreas reservadas, entre outras, tendo em conta a área de exposição e
seus aspectos construtivos, principalmente a existência de colunas de sustentação,
rede de energia elétrica, rede hidráulica, acessos, sanitários, áreas “mortas”, etc.
Não é recomendável economizar nesse item, tentando fazer o layout por conta
própria. Um bom arquiteto, ou um projetista especializado, observa detalhes que
normalmente passam despercebidos por leigos e curiosos. Em qualquer feira sempre
existirão áreas mais nobres e menos nobres, e os organizadores aprenderam a ser
flexíveis nas negociações para a venda dessas áreas. Por isso os estandes melhor
localizados têm áreas maiores e, conseqüentemente, são mais caros. Portanto, não
é inteligente manter uma modulação única para toda a área de exposição.
Um ponto importante que deve ser observado é não deixar que sejam projetados
estandes que fiquem de frente para paredes, sanitários, depósitos, saídas, etc, no
afã de se conseguir mais espaço para exposição. É preferível sacrificar áreas de
circulação (corredores) ou alguns estandes do que deixar o expositor olhando
para as paredes, literalmente.
A largura dos corredores também não necessita ser uniforme. Os corredores
transversais aos principais podem ter larguras mais estreitas, sem prejuízo para o
fluxo de pessoas. Significa dizer que o projeto dos corredores deve levar em conta
a quantidade de pessoas circulando, a comodidade e a segurança.
O mais importante, contudo, é que o projeto arquitetônico tenha em conta o
perfil do público visitante, a quantidade esperada e o conforto, oferecendo a mais
ampla visão possível dos estandes, sem romper a individualidade do expositor.
De resto, é observar os aspectos construtivos, de modo a se obter um layout
funcional, harmônico e agradável, tanto para visitantes como para expositores.






Material de montagem
Hoje, o material mais utilizado para a instalação de estandes em feiras e
exposições é o sistema Octanorm, já por demais conhecido. Versátil, permite a
edificação em diversos ângulos, inclusive a montagem de estruturas curvilíneas.
Os montantes oitavados (padrão) e as travessas de amarração em alumínio
podem ser encontrados com acabamentos natural, leitoso ou colorido, este já
mais difícil. As placas, chapas ou vidros de fechamento são dos mais diferentes
tipos e dependem das especificações do projeto arquitetônico.
Por razões de estética, de facilidade na montagem, pela versatilidade e por ser
mais fácil de encontrar no mercado das montadoras, é que se recomenda o uso
do Octanorm, sempre que não se conseguir utilizar materiais alternativos mais
harmônicos e humanizados.
Não se pode impedir, contudo, que determinado expositor faça sua própria
montagem usando outro tipo de material. Daí ser importante, também, ter preço
para áreas sem montagem (chão). Afinal, nem todos apreciam a conhecida
montagem básica, sempre presente nas feiras e exposições mais conhecidas,
qual seja: estrutura Octanorm, placas TS brancas, arandelas e/ou lâmpadas
“spot lights” de 100 W, na razão de uma para cada três metros quadrados
de estande, um ponto de alimentação de 220/110 W por estande, disjuntor
protetor de circuito, carpete tipo forração na cor grafite e aplicado diretamente
no piso, treliça espacial, testeira com o nome de fantasia da expositora, em
letra Helvética normal, em vinil preto, uma mesa e três cadeiras.
Às vezes, com um pouco mais de criatividade pode-se montar uma feira muito
mais bonita, agradável e diferenciada, usando cores e alguns elementos naturais
na sua decoração, a partir de um projeto arquitetônico inovador, incluindo
elementos alternativos, de forma a criar um cenário mais agradável.
Agora, o expositor adquirente de área de exposição deve ter claro, em contrato,
o que estará recebendo, detalhadamente. A seguir, detalhes dos elementos mais
importantes deste capítulo e alguns comentários.


1. Divisórias
Nas cidades de maior porte existem empresas especializadas em montagem de
feiras e exposições, as quais são contratadas pelos organizadores para realizar as
montagens dos estandes. Essas empresas costumam cobrar um preço fechado,
com base na quantidade de material que vai ser utilizado, segundo indicado 17
pelo projeto arquitetônico. Hoje, como foi visto, o sistema mais empregado na
montagem de estandes é o Octanorm. Não podendo contar com este tipo de
material, por qualquer razão, resta apelar para a criatividade, usando materiais
alternativos e mais fáceis de serem encontrados: madeira compensada ou
reconstituída, lonas plásticas, aramados, etc.
2. Piso
Dependendo do tipo de construção onde se pretenda realizar uma feira (pavilhão,
estádio, clube, hotel, etc.), talvez não seja preciso utilizar outro tipo de piso, ou
forração, além do existente no local. Porém, se por questões de proteção ou de
acabamento for necessário usar uma forração, a mais utilizada é o carpete de 3
mm, aplicado diretamente sobre a superfície existente ou sobre tablados especiais
utilizados na montagem dos estandes. O importante, no caso da forração, é que
sua cor não destoe do ambiente geral.
3. Testeira
Os estantes costumam conter, em algum lugar, o nome fantasia ou a razão social
da empresa expositora, pintado ou afixado com letras em material adesivo. Quase
sempre essa identificação fica localizada na parte frontal superior do estande, na
cor determinada pelos organizadores da feira, ou noutra parte qualquer, com ou
sem a logomarca da empresa expositora. O importante é estar definido o que é
permitido, e o que não é, no contrato com os expositores e/ou no regulamento
da feira.
4. Treliça espacial
São estruturas tubulares, quase sempre em alumínio, que servem para “fechar”
a parte superior dos estandes. Podem ser vazadas ou totalmente fechadas
com outros materiais. Nelas são fixadas as luminárias e outros elementos de
acabamento e decoração.
5. Força e luz
Mesmo que a iluminação do recinto da feira seja boa, sempre é recomendável
dotar os estandes de iluminação própria. Duas ou três lâmpadas (spot lights) já
fazem diferença numa área pequena, enquanto estandes acima de 9m2 exigem
mais iluminação. Se, por um lado, a iluminação dá vida ao estande, por outro
realça os pequenos defeitos. Por isso, manter o estande limpo e organizado é
ponto de honra para o expositor.
Toda a instalação elétrica do pavilhão ou prédio deve ser revista e avaliada para 18
não se ter surpresas com sobrecarga ou curto-circuito. Um bom eletricista ou
mesmo a empresa local responsável pela distribuição de energia pode promover
tal avaliação. Ninguém vai querer responsabilizar-se por choques, curto-circuito
ou mesmo incêndio num ambiente cheio de pessoas.
6. Mobiliário
Há empresas especializadas na locação de mobiliário para feiras (mesas, cadeiras,
poltronas, banquetas, armários, etc.). Nas feiras comunitárias e municipais é
comum que o expositor traga seu próprio mobiliário, o que não é admissível
em muitas das feiras profissionais, ainda que de pequeno porte. Tais empresas,
sabendo com antecedência o período de realização do evento, podem reservar
uma certa quantidade de mobiliário para locação, conforme seja a necessidade
do expositor. Por outro lado, nas montagens especiais, segundo o projeto do
expositor, o mobiliário costuma ser diferenciado.



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